Publicado por: Repórter Online | 10 de dezembro de 2010

CIDADE>> Casas são destruídas na Zona Norte de Manaus

Layanna Franco

layanna_tf@hotmail.com

Ontem, no bairro Parque das Garças e no Águas Claras famílias foram obrigadas a saírem de suas casas. Isso, porque os loteamentos vendidos não estavam regularizados. A ação veio cumprir aos três mandatos de reintegração de posse. As casas teriam sido construídas em áreas ambientais, e particulares, ou ainda, áreas institucionais. Segundo os moradores, os lotes foram comprados da corretora Silma Braga, do Banco de Negócios Imobiliários.

A operação teve a participação de 200 policiais militares, agentes do Instituto de Planejamento Urbano (Implurb) e da Secretaria Municipal de Infraestrutura ( Seinf).

Conforme os moradores os lotes foram comprados por 8 e 10 mil reais. Eles mostraram recibos com o nome de Silmara Braga sendo proprietária do Banco de Negócios Imobiliários (BNI). As pessoas que tiveram que sair de suas casas disseram que vão procurar o Ministério Público para fazer uma denúncia contra a corretora, eles ainda falaram que não sabiam que os terrenos que haviam comprado já tinham proprietários.

Disan Plácidos, 32, em depoimento para o jornal A Crítica, disse que comprou o lote por 5 mil reais de Silma Braga. “Eu não sabia que era área institucional. Eu ergui cada tijolo da minha casa com o suor do meu trabalho e agora vim saber que fomos enganados por essa mulher .”, declarou.

Pedido de Prisão

João Neto, Delegado titular do 6º Departamento Integrado de Polícia contou que já havia recebido inúmeras denúncias contra Silmara. Entre as acusações que que pesam contra a corretora está formação de quadrilha, estelionato, crime ambiental que implicou no pedido de sua prisão preventiva, no dia 17 de novembro.

Silmara

A corretora, em entrevista a uma rádio, nega que os lotes que vendeu eram ilegais. Ela disse que alguns moradores procuraram-na para regularizar a sua situação e acabou descobrindo que o lote havia sido comprado do Governo do Estado em 1952 por Pedro Silveira Carvalho. Ela afirmou que apenas exigia que pagassem pela regularização e, disse que fez um pedido de cadeia dominial da área.

Com informações do Jornal A Crítica.

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